Mostrando postagens com marcador Família. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Família. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

PORRADA! PORRADA! PORRADA!



26 de outubro de 2002, sábado.

Eu lembro bem da data, pois estava me arrumando para a festa diferentona de 15 anos da minha amiga.
Saí do meu quarto, com minha blusa nova, azul bebê, mangas compridas e esvoaçantes, como era moda na época; passei pela sala, onde minha mãe estava sentada no sofá com um cara que tinha acabado de chegar; sem dar um piu ou um olhar de relance pra ninguém, e fui pra cozinha pegar algo. Provavelmente água.
Na volta
- Minha filha, cumprimenta o Léo.
- Boa noite, Leonardo (naquela cara de cool que só um adolescente sabe fazer).
- O nome dele é Aleones...
- Boa noite, seja qual for o seu nome.
E saí para o meu quarto numa mix de sensações: vergonha, "ai, que mico!", ódio, revolta, superioridade, etc.
Nos conhecemos nesse dia.

Não sei quanto tempo depois, minha mãe e o tal Léo começaram a namorar. 


Mãe e Léo


Mais um tempinho e ele foi morar com a gente e, não sei como, ficamos amiguinhos. Altos papos!
Mas eles se mudaram para um bairro mó afastado porque minha vó viria morar no ap que morávamos, que por sinal é dela. Fiquei no meu cantinho, não 'redei pé e morei com minha vó.

Minha vó, como boa fazendeira, não aguentou o pique da capital e voltou pro interior. Lá vai eu morar com minha mãe e o Léo.
E aí  foi embora o boi com a corda. 🐂
Eu lembro exatamente como foi nossa primeira briga. Mas não convém contar aqui.
Ficamos dias sem nos falar! Minha mãe não notou. Até que eu mesma contei pra ela.

Eu vou dar um super resumida!!
Porque não convém expor todas as feiuras que fizemos e não teria espaço aqui...
Pensa num povo treteiro!! 😠
Daí em diante foram brigas, silêncios, afrontas, desrespeito, ofensas... e beirou, mas não chegamos lá, a pancadaria.

O relacionamento dos dois passou por idas e vindas. Antes e depois de eu me mudar para Belém, em 2011. Nessa época eu já o odiava menos. E quando eu digo odiar - e eu não me orgulho disso! - era ódio M E S M O.
Eu vinha visitar minha mãe e nunca sabia se os dois estavam juntos ou, como ela dizia, se era só amizade. Só sei que eu faltava ter uma síncope quando chegava na casa dela e ele estava lá ou ia visitá-la. "Porra! Que amizade o quê? Não acabou?"; "O que esse cara tanto faz aqui?". Nessa época eu oscilava entre ter raiva e ter antipatia.

Setembro de 2015.
Eu me mudei para Goiânia. As coisas entre nós já estavam bem mais civilizadas. Tínhamos ensaiados momentos de tréguas e até de genuína amizade.
E eu precisava de um faz-tudo. 😳
Móveis para montar, vazamento pela janela em época de chuva, prateleiras para instalar, etc, etc, etc.
O Léo sempre foi um excelente faz-tudo. E começamos a ensaiar mais uma vez uma boa relação. E era boa. Mas era fria.
Afinal, pensa num povo do coração bão! 😄

7 de fevereiro de 2016, domingo.
Passei todo o dia com "pressão baixa"; mal estar, tontura, falta de ar. Ele esteve aqui para montar um móvel que eu tinha comprado. Fiz companhia, conversamos, servi lanche. Ele terminou e foi embora. Eu fiquei, passando mal. Eu não disse nada, dias assim não eram incomuns. Mas eu não sabia que este seria o início do meu primeiro, e único, surto.

Ah! Minha mãe arrumou um namorado em algum momento do primeiro semestre. 😁


Marcus Vinícius e mãe

Com o passar das semanas, os sintomas pioraram e ainda não tínhamos um diagnóstico.
Foi então, que o Léo, num gesto de amizade, dentre tantos outros, ligou para minha mãe para saber como eu estava e como ela estava com tudo isso. E ele se ofereceu para me fazer uma visita. Se não estou enganada, a suspeita tinha acabado de surgir e ela estava com receio de eu ficar "sozinha" (o marido estava comigo).

E a visita foi tão legal. Ele foi tão amável, positivo, parceiro! 💖

Bom, daí foi só ladeira acima!

Em agosto, minha mãe fez a festa de aniversário dela. E agora pirem: EX e ATUAL se uniram para fazer uma festa linda!



No começo foi torta de climão, sim! Mas ali na festa as coisas já foram entrando no eixo.
E com o tempo, tudo foi ficando natural. E hoje eles são miguxos!
Isso sim é evolução, né, gente? 😇

Ele continuou ajudando em todas as "obras" da casa. Quando decidimos fazer o casamento, ele foi membro desde o primeiro "comitê" formado para planejamento! 😂


Eu, mãe, Léo e Tiago na primeira reunião para planejar o casamento, já no local que faríamos a celebração


E quando fomos escolher três padrinhos e três madrinhas, eu falei para o marido: Por que a gente não chama o Léo? Ele tem sido tão presente nesta nova fase da nossa vida. Aliás desde a mudança, etc.
E ele gostou da ideia!

E olha como ele e meu irmão aproveitaram todos os momentos para fazer piadas e matar a gente de rir.


Provando as roupas para a cerimônia

O Léo fez de T U D O um pouco.
Só para vcs terem ideia, espiem!


Estão vendo esse altar lindo, com essas cortinas e tudo mais? Foi planejado e montado pelo Léo


E esse portal lindo? Ele montou!


Trabalho braçal, emocional, fraternal.
Teria melhor escolha para padrinho? Não!


Ele entrou e saiu com a Micaela, sempre sorrindo. O sorriso e a risada dele, eu tenho que confessar, sempre me agradou



Me deu os abraços mais sinceros


E também cumprimentou o marido com muita alegria


E pra mim, pra nós, foi muito importante casar sob as bençãos dele. Dos três: Léo, Bruno (cunhado) e Jedai (irmão). Agora? Pirem: eu ate peço bença... rs

Mas o passo mais importante dessa nossa nova relação, foi quando eu estava lá em Madri: às vezes a gente se falava pelo whatsapp. Trocávamos experiências, novidades, conselhos. 


Blogayriane


E um dia, sem muito porque, eu falei. Muito. Tudo. Tudo que eu vinha me sentindo mal desde o meu surto. Talvez desde um tempinho antes. Pedi desculpas. E quando ele me perdoou, eu me perdoei também. 

Bom, eu errei muito. Ele também. Nós erramos. Mas não importa mais quem começou. Não importa mais o que passou.

E este ano, já começamos com muitos planos para mexer com a vida de todos juntos!


Léo, Vinícius, Tiago, mãe e eu 
(Faltou a Gabi, mina do Léo)


E eu gosto tanto dessa história, que resolvi compartilhá-la com vcs.
Espero que também gostem e que esta história inspire outras.
💕


Obrigada, Padrinho! 😘
(Léo e a Mulambyane que existe em mim)

















quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Minhas tatuagens

Alô, pessoinhas!

Meu primeiro post neste blog foi falando de tattoo, lembram?
Eu contei aqui que duas de minhas seis tatuagens impulsionaram a criação d'O Diário.
Ainda não leu? Corre lá. É bem o primeirinho texto!
Clica aqui pra ler.

Depois dessas duas tattoos, eu já fiz mais duas. E até postei umas coisinhas delas lá no Insta do Blog.
Mas eu pensei: por que não fazer um post falando sobre isso?

Pois bem, cá estou!

Primeiro:
"Mas meu Deeeeus! Vc tem seis tatuagens? Precisa disso, menina?" - no maior estilo Vó Ana.
Eu tenho seis e ainda faltam muitas! 😁

Meu primeiro contato real com tatuagem foi em 2002, quando minha mãe resolveu fazer a sua primeira, uma orquídea.


Sim, minha mãe é cocota e vcs não sabem o quanto eu passei raiva na minha adolescência! 😅


Eu fiquei mó empolgada. Eu tinha 15 anos.
- Moço, eu também quero fazer uma.
- Você é menor de idade.
- Ela - apontei pra minha mãe que confirmou com a cabeça -  deixa.
- Mas eu não tatuo menor de idade.

MELHOOOR COISA QUE ESSE CARA PODERIA TER FEITO POR MIM!

Por quê?
Gente, cêis já notaram que eu sou super cabeça aberta, né? Mas hoje eu vejo que, com 15 anos, eu não estava apta NEM para decidir uma roupa decente para mim.
Além do mais, depois de um tempo -  não sei quando, nem como - eu tomei "nojinho" de tatuagem. Pode uma coisa dessas?

Depois de mais um tempo, eu deixei o nojinho e me concentrei nas dúvidas: Eu quero fazer? Pra quê? Por quê? Fazer o quê? E se eu enjoar? Faria onde? E quando eu ficar velhinha, vai enrugar?

Até que em 2011, eu pensei, ainda indecisa, que eu deveria fazer. Foi um ano cheio de mudanças, eu já não era mais a mesma. Por que não fazer uma?
Mas ainda ficava: Fazer o quê? E se eu enjoar? Faria onde? E quando eu ficar velhinha, vai enrugar?

Aí aconteceu uma coisa interessante. Num festival de rock, em Belém, onde eu morava, passou uma moça com uma tatuagem no braço. E essa tattoo super me chamou atenção. Começava próximo ao cotovelo. Um bonequinho tocando um violino, se não me engano, e subiam notinhas de música pelo braço. Eu fiquei vidrada naquele desenho. Eu queria aquelas notinhas all over the body! 😂
Mas guardei a ideia. Fiquei ali, revivendo aquele desenho, ainda sem coragem.

Em novembro deste mesmo ano, fui fazer uma viagem de campo com alguns colegas de laboratório e lá conheci a Vivian, que já tinha algumas tattoos. E conversamos sobre. Meu maior medo era sobre ficar velhinha. "Vou ter que esticar a pele para meus netos verem o desenho?". E prontamente a Vivian disse: mas quando vc for avó, todos os avós terão tatuagem também!

GEN-TE-DO-CÉU!

Cumékeu nunca pensei nisso?
A decisão de fazer minha primeira tatuagem nasceu ali, naquele barco, no meio do Rio Tocantis, após semanas sem contato com muita gente, inclusive a família.


Luciana Oliveira, Ângelo Dourado, Eu, Vivian Trevine e Josehan Frota
Prontos para, literalmente, entrar em campo e coletar uns bichinhos!🐍🐸

Pois bem, em dezembro, voltei para casa da minha mãe, em Goiânia, para passar o Natal. Já com a ideia concretizada. Eu faria as notinhas. Como? Sozinhas? Onde? A finalização da ideia foi se dando em Goiânia, aos poucos. Dia 2 de janeiro, assim que virou o ano, eu fui ao mesmo estúdio que minha mãe havia tatuado há anos atrás e marquei para o dia seguinte. Dia 3 de janeiro de 2012 eu fiz minha primeira tattoo! 😍

  • Primeira Tattoo - 3 de janeiro de 2012: notinhas musicais
Tatuei no estúdio do Emerson Ferreira, mas não foi feita pelo Emerson. Não me lembro o nome do cara que fez. Então vou por a foto dele:



Eu encontrei a referência para esse desenho na internet. Claro que fiz essas notinhas porque eu adorei o desenho que vi no festival, mas toda a minha família: eu, meu irmão, minha mãe e meu pai (especialmente meu pai e irmão), somo envolvidos com música. Tocamos, cantamos e não sei bem explicar, mas a nossa vida é movida por e com música. Somos aficionados. 
Cada fase da minha vida foi e é marcada por uma ou várias músicas. 
Tanto é que, quando cheguei em casa, tivemos a ideia de nós três (meu pai não, porque ele e minha mãe são separados e ele não gosta de tatuagem) de fazermos todos uma "tatuagem de família"!
Foi muito massa e ficou tudo lindo! O tempo que passamos ali juntos, brincando, reclamando da dor  própria e fazendo piada com a dor alheia foi muito especial! 💛💗💚
Estas são as tatuagens do meu irmão e da minha mãe, respectivamente:


Esse é o Toddy, Toddynho para os íntimos

Por anos eu fiquei mó felizona. Recebi altos elogios (ui!). 
Eu achava, e as pessoas comentavam, que nem parecia uma tatuagem! Pareciam pintinhas com formas! Ficou tão natural, tão chuchuzinho que eu morri de amor e prometi a mim mesma que nunca faria outra. Porque nenhuma ficaria assim, tão natural e fofínea. 😍
  • Segunda Tattoo - 21 de julho de 2015: tulipa
Bom, aqui eu não vou dizer nem quem fez, nem onde foi feita. Por quê?
Porque eu não gostei do resultado.
Seguinte:
No final do primeiro semestre de 2015 eu, que já estava namorando uma tatuagenzinha bem bonitinha de uma tulipa, resolvi que queria fazer uma tulipinha também. É a minha flor preferida! 🌹 E na referência ela estava tão delicada. Com traços tão fininhos. Estava linda! 😍
Eu ainda morava em Belém, mas viria passar o mês de julho em Goiânia, então procurei um(a) tatuador(a) daqui. Acho que um dos meus erros foi não procurar referências com outras pessoas. Só vi o Instagram do profissional. E acreditem: é muito diferente!
Ainda em Belém, marquei para o final do mês de julho e mostrei a referência. Falei que queria umas mudanças assim e assado. Até então, como sabem, eu sou havia feito uma. Mas essa história de vc ir ao estúdio, procurar numa pasta cheia de desenhos e escolher aquele que vc quer, já não está com nada. É comum que o tatuador te mostre ao menos um esboço. Nem que seja na hora que vc chegar lá para tatuar! Pois bem: cheguei lá e não tinha nada preparado. Ficamos buscando por referências no Google imagens, numa TV no meio da recepção.
Como uma boa libriana, eu estava morrendo de dúvida e fui facilmente convencida por duas ou três opções que ganharam a galera e, consequentemente, a mim. Quer ganhar um libriano? É só a plateia dizer que é bonito, que gostou... 😳


Essa foto não mostra os detalhes, mas eu que convivo o tempo todo com ele, sei dizer a vcs cada pedacinho que não me agrada. Vou contar aqui alguns critérios que me fazem ficar muito chateada:
- Não sei se é a qualidade da tinta, mas o preto está deixando de ser pretinho.
- A tinta ficou meio "alta" na pele, sabe?
- Os traços são grosseiros e tortos. Em algumas linhas é possível notar espessuras diferentes. No mesmo traço!
- Alguns traços ficaram tão grosseiros que se juntam.

Enfim, "história da minha vida".
Já saí do estúdio pensando em me arrepender. 
Passei mais de ano pensando em maneiras de cobrir ou modificar o desenho. Até que eu me convenci com o argumento de algumas pessoas, inclusive de uma tatuadora famosa daqui em Gyn: essa tatuagem faz parte de quem vc foi.
Então é isso: assumi minha tulipinha e, apesar de não me orgulhar dela, não tenho mais vergonha.
Fica aí a lição pra geral. 😏

👉 Botem reparo a partir de aqui que: quatro das seis tatuagens eu fiz depois do diagnóstico.
E tem problema? Sei não, mas acho que não.
Por que eu acho que não?

Motivo 1: logo depois de terminar a quinta tattoo, eu tinha horário marcado com o neuro. Quando ele viu o plástico perguntou: 
- O que isso?
- Tatuagem nova!
- Pensei que fosse queimadura...

Motivo 2:
Quando fiz essas tatuagens, as tatuadoras estavam cientes sobre a EM e não fizeram nenhuma objeção. 
  • Terceira e quarta Tattoos - 23 de novembro de 2016: a Nala e uma frase da oração de São Francisco de Assis
Essas obras de arte foram feitas pela Lays Alencar. 
Não preciso falar muito sobre ela porque o nome já fala por si só sobre todo o seu talento e competência.

A primeira tatuagem feita foi a Nala. Por que vc tatuou sua cachorra?
A Nala mudou minha vida. Ela chegou para aplacar minhas dores, para me ajudar a lidar com o pânico noturno, para me acompanhar nas sonecas, para me dar amor sem pedir nada em troca (mentira que essa aí não pode ver comida!) e para me mostrar o quanto eu sou capaz de amar. Com o tempo, ela até me despertou o olhar para o vegetarianismo. Mas esta longa história está no primeiro post do blog e também neste aqui. 



A segunda tatuagem foi a primeira frase da oração de São Francisco de Assis: "Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.".
Por quê?
Pela EM, claro! 
A EM me mudou, me trouxe autoconhecimento, me fez enxergar que eu poderia ser para os outros, tudo aquilo que muitos foram para mim quando eu precisei: um instrumento da paz de Deus.
Quer saber detalhes dessa história? Volto a dizer: está lá no primeiro post do Blog.


  • Quinta Tattoo - 1 de novembro de 2017: Hogwarts
Antes de viajar para Madri eu já sabia que ia querer uma tatuagem para essa viagem! 😇
Mas mesmo depois da viagem, eu ainda não sabia o que tatuar.
Quando cheguei, pensei em tatuar uma coisinha do Harry Potter, por causa da minha viagem para Londres, onde fui para o estúdio onde foi filmado o filme. Eu falei detalhadamente dessa viagem aqui. 
Achei uma referência super bacana e estava pronta para tatuar. Minha referência era parecida com esta da foto abaixo. Mas no lugar da vassoura, era a Varinha das Varinhas (entendedores, entenderão).


Mas aí veio uma super ideia: e seu eu fizer uma tatuagem de cada lugar que eu estive duarnte essa viagem??? 😵
Eu sou uma genia! 😎


Eu sei que está parecendo que eu fiz no joelho ou que minha perna dobra pro lado contrário, mas não. A tatuagem está na batata da perna esquerda

Essa tatuagem foi feita no estúdio Harumi, pela tatuadora mó lindinha e competente: Caiuri.


  • Sexta Tattoo - 25 de novembro de 2017: Big Ben
Quando eu penso que a próxima vai demorar, estou eu, lá de boa na lagoa, fuçando o Insta da Caiuri e vejo que ela fez uns flashes para a Black Friday de lugares turísticos. E adivinha quem estava lá, todo pimpão?


ELE! 💖

E aí que minhas pernas, atrás, agora são mais ou menos assim:


Bom, é isso!
Eu tenho seis tatuagens, mas eu sou uma pessoa do bem, viu gente? 😆
Eu fiz quase todas sem nenhum arrependimento. Aprendi com aquela que me fez arrepender e estou aqui: feliz, com a autoestima na melhor classificação e pronta para aS próximaS.

Ah, sobre meu pai não gostar?
Na primeira tatuagem, a das notinhas, quando eu postei no Facebook, ele comentou: que lástima!
Eu apaguei. Ele comentou novamente. Eu apaguei e fui ao privado falar com ele. 
Eu disse que aquele perfil era pessoal; Não um lugar para desavenças familiares. Que eu entendia que ele não gostasse, mas eu já era maior de idade, já tinha feito minha escolha e, aliás, eu nem tinha feito um desenho escandaloso. Que na próxima vez, quando ele quisesse falar alguma coisa nesse teor pra mim, ele poderia falar no privado. Ou pessoalmente.

Ficamos por isso mesmo. Ele, antes, fazia questão de reclamar a falar mal de tatuagem. Mas recentemente, quando eu fui pedir/implorar para fazer uma tatuagem de parzinho comigo, ele respondeu que não gostava. Que poderíamos ter outras memórias juntos. Que não queria ter uma marca na pele e etc.. e disse, em algum momento, que, hoje em dia, ele não iria mais dizer pra eu não fazer, que ele respeitava minha decisão, mas que não queria fazer nele.
Só quem conhece meu pai sabe o quanto isso é uma evolução! 😊













quinta-feira, 2 de março de 2017

Um janeiro movimentado!

Bom, passado o casamento (que depois eu posso até contar mais detalhes aqui no blog), veio o mês de fevereiro.
E ele foi bem movimentado! 🎉🎉🎉

Logo no primeiro fim de semana, teve a formatura do Matheusinho. Que de "inho" não tem mais nada! Cresceu, ficou um gato e se formou em Odontologia. 

Como a formatura foi em Uberlândia - MG, a família de Goiânia não conseguiu ir em todas as solenidades, mas fomos à Missa e ao Baile. 
Saca só:

Primeiro fomos à Missa. Depois, a família ofereceu um jantar delícia, com sobremesas mais delícias ainda! 😍 


Eu esqueci de tirar foto do meu look nesse dia... Então só tem essa foto aí com o gato!


Ah! E essa com a família: prima Idê, Vó Ana, Tio Marco Aurélio, mãe, Matheusinho, eu e marido


No dia seguinte, fomos ao Baile. Gente, QUE BAILE!!!
Vou começar falando do que importa: comida! A mesa de frios ficou servida do começo ao fim! Isso é vida! Vc não precisa chegar mais cedo à festa com medo de perder as entradas. 😆 
O jantar e a sobremesa também, a partir do momento que foram servidos, ficaram disponíveis até o fim da festa. E como diz o povo da roça: não têvi mizerê não!





















Eu trabalhada na produção para o baile



 Eu e o gato à tiracolo 


A melhor pior família: Marido, Eu, Vó Ana, Matheusinho, Mãe e Vinícius.

Outra coisa mó legal foi a cabine de fotos!!! Foi fartura de foto, fii!


 É nozes!


Vinícius e mãe


Matheusinho e Manu (primos)


Vinícius 

Ps: Não contem pra ninguém, mas no dia desse baile eu fiz um arte. Era sexta, logo, dia de injeção. Maaaassss... minha injeção acabou na quarta e marcaram para eu pegar outra caixa na sexta. Maaaassss... saímos de Goiânia na quinta... 😇😳  Assim, eu não tomei injeção na sexta e meu irmão ficou encarregado de buscar o remédio pra mim. Tudo certo! 👌

Bom, aí pula um final de semana e no próximo:  formatura do Marco Aurélio Filho, a.k.a Filho. Uma das pessoas mais educadas e de coração bom que tenho o prazer de conviver. Vai ser um médico e tanto!

Também em Uberlândia. Também não conseguimos ir em tudo.
Primeiro fomos à Coleção.
E eu só quero dizer que eu A-HA-ZEI no look!


Hazô ou quá?


Jantar depois da colação: Tia Laura, Eu, Filho, Mãe, Vinícius, Matheusinho, Vó Ana, Albert (marido da), Prima Analina

Neste dia, fiz tudo certinho! 😎
Sexta = injeção. Levei todos os meus apetrechos (bolsa térmica, álcool em gel, algodão, seringa, etc) e pedi meu tio, que é médico, para aplicar. Não que precisasse ser um médico, mas na posição do dia, eu precisava de ajuda, pois não alcançava.  O Tiago estava viajando e não viajou conosco. Então foi ele mesmo! 😉

Tenho duas outras coisas pra dizer: 
1. taquei mil filtros na primeira foto porque eu super capricho (ou tento) nas fotos alheias, mas ninguém é Cristão nas minhas fotos;
2. esse vestido, que na verdade é laranjadérrimo (😍) foi um dos muitos achados MA-RA que sempre tem nos bazares dos grupos Juntos Pela Vida e Miau Au Au. São bazares ótemos, com preços ótemos e por uma causa ótema: a causa animal. Empolgou? Este mês tem um!!!! Assim que souber dos detalhes, posto aqui.

E depois fomos ao Baile. 
MI-GOS, é mais fácil eu dizer pra vcs o que não tinha nesta festa. TEVE ATÉ SHOW DO MOLEJÃO, CARA! E não era cilada cilada cilada!!! 😂

Lá vão as fotos que os não-Cristãos tiraram de mim:




Eu, Irmão (acreditem, ele foi!) e Mãe.

Ps: os meus vestidos dos bailes foram feitos pela mesma senhora que fez meu vestido de noiva!

E como agora eu "tô treinando pra fotógrafa", arrisquei umas fotinhas da decoração que amei nesse baile! 




Luzinhas + plantas = 💕


E pra fechar fevereiro, teve o carnaval. Aqui vai uma foto que resume minha folia:


Jon Snow, Nala, Eu e Dama
+
Netflix
+
Marido

E para fechar, vou deixar aqui uma lista das séries que tentei colocar em dia e os dos filmes que vi:

Séries:
- The OA
- The 100
- Pretty Little Liars
- Downton Abbey

Filmes:
- Invasão à Londres
- Vida e Morte de Charlie
- Amor Além da Vida (marido dormiu e não terminamos)
- Pets - A vida Secreta dos Bichos
- O Despertar de Uma Paixão

Rendeu, né?

Aaaaaaaahhh!!!!
Na segunda-feira de carnaval, o 33° Congresso Espírita de Goiás abriu ao público a palestra do Divaldo Franco!!! Eu fui, sim ou com certeza?
Mas essa história fica para o próximo post... 💜


Só pra provar que eu fui! 😇



















sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Meu Anjo da Guarda do Avesso

É assim que eu chamo meu irmão. 😍

Claro que eu não falo: Oh, Meu Anjo da Guarda do Avesso, pega um copo de água pra mim? 😆
Não. Eu uso esse nome quando me refiro a ele. Por quê?
Uai, acredito que todo irmão é um anjo da guarda.
Não dá pra separar minha vida da dele. Não lembro de um só momento do meu eu sem ele. Mesmo que seja à distância ou lá do quarto dele, só ouvindo e gritando de longe: FALA BAIXO!; ou quando ficava bom: COMO É QUE É? NOOOO!

Por que "do avesso"? Vc já viu um anjo da guarda colocar fogo no cabelo do tutelado? Ou vc já viu um tutelado quebrar uma garrafa de vidro na cabeça do seu anjo da guarda? Hahahahaha!
"Acidentes" acontecem...

Depois da infância, nós nos distanciamos um pouco. Nada de mais. A gente não tinha o hábito de sair juntos, não tínhamos os mesmos amigos, moramos um tempinho em cidades diferentes... etc. E, claro!, a gente brigava pra chuchu! 😀
Inclusive, quando eu estava no começo da crise, antes do diagnóstico, passei muito tempo na casa da minha mãe. Meu irmão mora com ela. Não preciso dizer que rolou uns fight...


Eu sei, eu era feinha. Mas ele era TÃO FOFIIINHOOO! 😍


E esse post é pra mostrar uma das coisas mais lindas que a EM me deu: o respeito e carinho do meu irmão.

[...]☏
- E vc já contou pro seu irmão?
- Ihh, mãe... esqueci!
Silêncio
- Tá. Deixa que eu conto...
- Obrigada. Beijo.
- Beijo

5 minutos depois
☏
- Alô?
- Oi... (voz de choro)
- Jedai, o que foi?
- Minha mãe me falou...
- Ei! Não fica assim não. Eu estou tranquila! Vai ficar tudo bem. Tem tratamento e tudo...
- Não. Para. Eu que tinha que tá falando isso pra vc...
- Tá de boa...
- Tá não...
- Então fala aí...
- Vai ficar tudo bem, viu?
- Viu!
- Eu tô aqui.
- Eu sei.
- Eu te amo.
- Eu também.
- Tchau.
- Tchau.

E desligamos.

No dia seguinte, o Tiago foi me deixar na casa da minha mãe. Meu irmão estava me esperando lá em baixo. Um pouco choroso... me ajudou a descer do carro. Me deu um super abraço. Disse que me amava. Me deu seu braço e foi minha "bengala" até chegarmos ao apartamento.
Eu juro que esse foi um dos momentos mais marcantes de toda a minha história com a EM. E eu fico repassando ele na cabeça com frequência... rs

Ainda hoje, meu irmão sempre me oferece para carregar as coisas pra mim!

Quem nos conhece, sabe o quanto esse gesto é significativo. 💕


Nossa foto que eu mais gosto! 
(Irmão, temos poucas fotos juntos...)